O ritmo de expansão do mercado imobiliário nos últimos trimestres mostram um setor aquecido e com potencial para gerar um novo “boom” em 2026, mesmo em um ambiente de pressão com a maior taxa de juros em duas décadas no Brasil.
Agora, com as perspectivas mais consolidadas para o início do clico de cortes da Selic pelo Copom (Comitê de Política Monetária) neste ano, o fôlego do mercado financeiro — que vem recebendo um grande fluxo de capital estrangeiro —, além do ânimo geral do setor, analistas e grandes players já projetam: 2026 será o ano de um novo salto imobiliário.